História
- A Ferrovia
Formação Administrativa
Localização e Área
Principais Pontos Turísticos
Aspectos Sócioeconômicos
(arquivo
pdf)
Brasão (arquivo
pdf)
Fotos
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| História |
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As origens da cidade de Oliveira
Fortes remontam aos tempos do Império, quando as famílias
Afonso Costa Viana, Antônio Carvalho Campos e Francisco
José de Oliveira Fortes se fixaram na região.
Possuídos de idéias lúcidas e progressistas,
deles partiu a doação que foi feita de 45 alqueires
para o patrimônio de uma capela a Santana do Livramento.
Os primeiros povoados cuidaram exclusivamente da agricultura
e pecuária, contando com mão-de-obra escrava vinda
da África e outros nativos, o que fez com o povoado experimentasse
rápida prosperidade.
Recebeu o topônimo de Oliveira
Fortes, em homenagem a seu filho, o capitão Francisco
José de Oliveira Fortes, um dos desbravadores e pioneiros
da localidade.
Dada a falta de documentação,
não foi possível registrar aqui a data da criação
do distrito, cuja existência já era consignada
pela Lei nº 556, de 30 de agosto de 1911, com o nome de
Livramento, posteriormente mudado para Oliveira Fortes pelo
Decreto-Lei nº 1 058, de 31 de dezembro de 1956.
Gentílico:
oliveira-fortense
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| ASPECTOS
HISTÓRICOS – A FERROVIA |
A estação ferroviária
foi inaugurada em 1911, com o nome de Livramento, recebendo,
posteriormente o nome de Oliveira Fortes, em homenagem a um
dos primeiros povoadores - Coronel Francisco José de
Oliveira Fortes - pai de Crispim Jacques Bias Fortes, que
foi presidente (governador) do Estado de Minas Gerais de 1894
e 1898.
O ramal de Mercês, também
chamado de Ramal de Piranga, foi aberto em 1911 ligando a
estação de Palmyra (Santos Dumont) a Oliveira
Fortes, e prolongado em 1914 quando alcançou a cidade
de Mercês. Originalmente, era a E. F. João Gomes
ao Rio Doce, adquirida pela Central em data incerta (1911?)
O seu nome original era Ramal de Piranga, pois pretendia chegar
até essa cidade, ligando o ramal ao ramal da Ponte
Nova, cuja linha distava pouco mais de 40 km de Mercês.
Tal nunca foi feito e o nome do ramal passou a ser o da sua
cidade final.
A estação, em
1928, estava na sede do distrito de Santana do Livramento.
Foi fechada em Fevereiro de 1969, com a supressão do
ramal nesta época.
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| FORMAÇÃO
ADMINISTRATIVA |
Foi criado, como distrito, com
a denominação de Santana do Livramento, pela lei
provincial nº2712, de 30-11-1880, e pela lei estadual nº
2, de 14-09-1891, foi subordinado ao município de Barbacena.
Em divisão administrativa
referente ao ano de 1911, o distrito de Santana do Livramento,
figura no município de Barbacena, assim permanecendo
nos quadros de apuração do recenseamento geral
de 01-09-1920.
Em divisão administrativa
referente ao ano de 1933, o distrito passa a ser denominado
Livramento, permanecendo no município de Barbacena e
assim constando nas divisões territoriais datadas de
31-12-1936 e 31-12-1937.
Porém, pelo decreto estadual
nº 88, de 30-03-1938, o distrito passa a ser denominado
novamente Santana do Livramento, e, uma vez mais, pelo decreto-lei
estadual nº 148, de 17-12-1938, o distrito volta a denominar-se
Livramento.
No quadro fixado para vigorar
no período de 1939-1943, o distrito de Livramento continua
figurando no município de Barbacena.
Pelo decreto-lei estadual nº
1058, de 31-12-1943, o distrito de Livramento (ex-Santana do
Livramento) passou a denominar-se Oliveira Fortes e em divisão
territorial datada de 01-07-1950, o distrito de Oliveira Fortes
ainda pertencia ao município de Barbacena.
Foi elevado à categoria
de município pela lei nº 1039, de 12-12-1953, com
a denominação de Oliveira Fortes, desmembrado
de Barbacena, passando a ser sede do antigo distrito de Oliveira
Fortes. Como município, foi instalado em 01-01-1954.
Em divisão territorial
datada de 01-07-1960, o município é constituído
do distrito, assim permanecendo em divisão territorial
datada de 2007, subordinado à Comarca de Barbacena.
Fonte:
Enciclopédia dos Municípios Brasileiros –
Volume – XXVI ano 1959.
Alterações toponímicas distritais
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| PRINCIPAIS
PONTOS TURÍSTICOS |
- Cachoeira
da Usina (ver
foto)
Saindo da praça principal da cidade, sentido Paiva,
entrar à direita numa estrada de terra. Na bifurcação,
entrar à esquerda.
- Cachoeira
das Pedras
Saindo da praça, sentido Paiva, entrar à direita
em estrada de terra. Na bifurcação seguir
pela direita. Fica à direita da estrada, logo depois
da Lagoa da Cambuta.
- Estação
Ferroviária (ver
foto)
Localizada na Praça em frente a prefeitura.
- Fazenda
do Formoso
Saindo da praça, em direção a Paiva,
entrar na estrada de terra à direita. Na bifurcação
seguir pela esquerda.
- Igreja
Matriz N. S. do Livramento (ver
foto)
Saindo da Estação Ferroviária, virar
à esquerda em uma rua íngreme de pedras. Virar
à direita no fim da rua e seguir em frente. Na praça
em frente à Matriz existe uma capela com a imagem
de uma santa que atrai muitos fiéis para a cidade.
A igreja está terminando uma reforma na parte interna.
- Lagoa
da Cambuta (ver
foto)
Saindo da praça, sentido Paiva, entrar à direita
numa estrada de terra. Na bifurcação, seguir
pela direita. Localiza-se à esquerda da estrada.
- Pontilhão
Saindo da praça, sentido Paiva, entrar em estrada
de terra à direita. Na bifurcação,
seguir pela direita.
- Usina
Saindo da praça, sentido Paiva, entrar em estrada
de terra à direita. Na bifurcação,
seguir pela direita.
- Cristo
Redentor (ver
foto)
Saindo da Estação Ferroviária, virar
à esquerda em uma rua íngreme de pedras. Virar
à direita no fim da rua e seguir em frente. Após
a Igreja Matriz existe uma rua íngreme à esquerda.
Basta seguir em frente.
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A OLIVEIRA FORTES APRAZÍVEL.
UM DEPOIMENTO-SÍNTESE DA CIDADE
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"OLIVEIRA
FORTES é uma pequena localidade encravada na
Serra da Mantiqueira aos 826 metros de altitude.
Recebeu este nome em homenagem
ao capitão Francisco José de Oliveira
Fortes, um dos desbravadores e pioneiros da localidade
e pai de Crispim Jacques Bias Fortes, que foi presidente (governador)
do Estado de Minas Gerais de 1894 a 1898.
Segundo o IBGE, a cidade possui menos
de 2.000 habitantes, mas ao se chegar a praça principal,
onde fica a antiga estação do Ramal de Mercês
da Central do Brasil, tem-se a impressão que o número
é bem menor.
Vê-se poucas casas, alguns
estabelecimentos comerciais, o prédio bem cuidado da
Prefeitura Municipal, a minúscula Câmara Municipal
e poucos, muito poucos, oliveira-fortenses.
Pode-se conversar tranquilamente
na praça, sentado no simpático coreto de onde
se admira a imponente araucária, que domina a paisagem
com seu verde exuberante. Enquanto isto as crianças visitam
a pequena sorveteria e correm livres e soltas. No alto de um
morro, acima da igreja Matriz de Nossa Senhora do Livramento,
vê-se uma réplica em menor escala do Cristo Redentor.
De lá, avista-se toda a cidade e pode-se respirar o ar
puro das intermináveis montanhas mineiras. A tranquilidade
é a marca do lugar, que mantém em bom estado de
conservação a estação, que hoje
abriga a agência dos Correios.
Longe de qualquer stress,
próximo da natureza, com um sossego que só as
montanhas mineiras proporcionam, se ainda tivesse trem, seria
um local ideal para morar após a aposentadoria"
(Jorge
A. Ferreira, 25/10/2009) |
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